terça-feira, 29 de novembro de 2011

0 ARIANO SUASSUNA

Nasceu na cidade de João Pessoa, Paraíba, no dia 16 de junho de 1927, filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna e Rita de Cássia Dantas Villar.
Fez o curso primário no município de Taperoá, PB. Em1942, a família Suassuna se transfere para o Recife e Ariano vai estudar no Ginásio Pernambucano e depois no Colégio Oswaldo Cruz.
Em 1946, entrou para a Faculdade de Direito do Recife,onde conheceu um grupo de escritores, atores, poetas, romancistas e pessoas interessadas em arte e literatura, entre os quais, Hermilo Borba Filho, com o qual Ariano fundou o Teatro de Estudantes de Pernambuco. Concluiu o curso de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais em 1950.
Em 1947, escreveu sua primeira peça de teatro, Uma mulher vestida de sol, baseada no romanceiro popular do Nordeste brasileiro e com ela ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno, em 1948.
No dia 19 de janeiro de 1957, casa-se com Zélia de Andrade Lima, com a qual teve seis filhos: Joaquim, Maria, Manoel, Isabel, Mariana e Ana.
Foi membro fundador do Conselho Federal de Cultura, do qual fez parte de1967 a 1973 e do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco, no período de1968 a 1972.
Foi nomeado, em 1969, Diretor do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ficando no cargo até 1974. Lança no dia 18 de outubro de 1970 o Movimento Armorial, com o concerto Três séculos de música nordestina: do barroco ao armorial, na Igreja de São Pedro dos Clérigos e uma exposição de gravura, pintura e escultura.


De 1975 a 1978 foi Secretário de Educação e Cultura do Recife. Doutorou-se em História pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1976. Foi professor da UFPE por 32 anos, onde ensinou Estética e Teoria do Teatro, Literatura Brasileira e História da Cultura Brasileira.
Em agosto de 1989, foi eleito por aclamação para a Academia Brasileira de Letras, tomando posse em maio de 1990, na cadeira número 32, que pertenceu ao escritor Genolino Amado. Dramaturgo, romancista, poeta, ensaísta, defensor incansável da cultura popular, das raízes brasileiras e, especialmente nordestina, é autor de várias obras:
Uma mulher vestida de sol (1947): O desertor de Princesa (1948); Os homens de barro(1949, inédita); Auto de João da Cruz (1949); O arco desabado (1952); Auto da Compadecida (1955); O santo e a porca (1957); O casamento suspeitoso (1957); A pena e a lei (1959); Farsa da boa preguiça(1960); A caseira e a Catarina (1962); Romance d’a pedra do reino e o príncipe de sangue do vai-e-volta (1971, traduzida para o inglês, alemão, francês, espanhol, polonês e holandês).



                                                                  Fonte:fundação joaquim nabuco
  
                             postado por tony josé terça-feira,29 de novembro de 2011

 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

0 GERALDO AZEVEDO

Geraldo Azevedo (Petrolina, 11 de janeiro de 1945) é um compositor, cantor e violonista pernambucano. Iniciou sua trajetória musical quando, aos 18 anos, mudou-se para Recife a fim de estudar, onde conheceu Teca Calazans, cantora, Naná Vasconcelos, percussionista, Marcelo Melo e Toinho Alves que faziam parte do grupo folclórico Construção ao qual juntou-se. Em 1967, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com a cantora Eliana Pittman. Fundou o Quarteto Livre que acompanhou o cantor Geraldo Vandré em diversas apresentações. A cantora Eliana Pittman em 1968, gravou "Aquela rosa" composição de Geraldo Azevedo. No incício da década de 70, junto com o também pernambucano Alceu Valença formou dupla, com a boa performance no Festival Universitário da TV Tupi com as composições "78 rotações" e "Planetário" a dupla chamou a atenção da gravadora Copacabana e em 1972, lançou com Alceu Valença, seu primeiro LP.


Geraldo Azevedo também é conhecido pelos seus incandescentes frevos (a dança de rua típica do carnaval pernambucano), muitas vezes seus shows se encerram com frevos eletrizantes, como "Tempo Tempero", "Pega Fogo Coração", "Tempo Folião", etc... É esta mistura, aliada a seu violão impecável, que o torna um dos mais conceituados músicos nordestinos.


É autodidata, aos 12 anos de idade já tocava violão. Ao mudar-se para Recife onde foi estudar, Geraldo se juntou ao grupo folclórico intitulado Grupo Construção onde conheceu Teca Calazans, Naná Vasconcelos , Marcelo Melo e Toinho Alves (componentes do Quinteto Violado) iniciando aí toda a sua trajetória musical.


Em 1967, seguiu para o Rio de Janeiro e depois de trabalhar com Eliana Pittman, juntou-se a Naná Vasconcelos, Nelson Ângelo e Franklin formando o Quarteto Livre, grupo que acompanhou Geraldo Vandré em seus shows até que, devido a problemas políticos com o governo militar, o grupo se dissolveu.


Foi depois de sua apresentação, junto com o amigo Alceu Valença, no Festival Universitário da TV Tupi, que Geraldo Azevedo teve o convite de gravar seu primeiro disco pela Gravadora Copacabana. Nesse mesmo ano a Copacabana lançou o disco "Alceu Valença & Geraldo Azevedo" marcando a estréia de dois jovens cantores e compositores que se tornaram dois dos maiores nomes da nossa música brasileira.


Participou de alguns importantes projetos coletivos de discos como "Asas da América", "Cantoria" e "O Grande Encontro", além de fazer parte de várias coletâneas. Mesmo não estando na boca da mídia nem vendendo números astronômicos, Geraldo Azevedo já se firmou como uns dois maiores músicos nordestinos da atualidade.


                                                                                      FONTE:letras.com.br
                                          postado por tony josé sexta-feira,25 de novembro de 2011 






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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

0 GERALDO VANDRÉ

Geraldo Vandré
Geraldo Vandré, nome artístico de Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, paraibano, (João Pessoa, 12 de setembro de 1935) é um cantor e compositor brasileiro.
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1951, tendo ingressado na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Militante estudantil, participou ativamente do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Em 1966, chegou à final do Festival de Música Popular Brasileira da TV Record com o sucesso Disparada, interpretada por Jair Rodrigues. A canção arrebatou o primeiro lugar ao lado de A Banda, de Chico Buarque. Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção com Pra não dizer que não falei de flores ou Caminhando.



Geraldo Vandré
A composição era um hino de resistência contra o governo militar e foi censurada. O Refrão "Vem, vamos embora / Que esperar não é saber /Quem sabe faz a hora, / Não espera acontecer" foi interpretado como uma chamada à luta armada contra os ditadores. O sucesso acabou em segundo lugar no festival, perdendo para Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim.
Simone foi a primeira artista a cantar Pra não dizer que não falei de flores depois do fim da censura, conquistando enorme sucesso de público e crítica.
Ainda em 1968, com o AI-5, Vandré foi obrigado a exilar-se. Depois de passar dias escondido na fazenda da viúva de Guimarães Rosa, morto no ano anterior, o compositor partiu para o Chile e, de lá, para a França. Voltou ao Brasil em 1973. Até hoje, vive em São Paulo e compõe. Muitos, porém, acreditam que Vandré tenha enlouquecido por causa de supostas torturas que ele teria sofrido. Dizem que uma das agressões físicas que sofreu foi ter os testículos extirpados, após a realização de um show, por policiais da repressão. O músico, no entanto, nega que tenha sido torturado e diz que só não se apresenta mais porque sua imagem de "Che Guevara Cantor" abafa sua obra. 



Você sabia?


Curiosidade Geraldo Vandre conheceu seu primeiro parceiro musical, Carlos Lyra, no Centro Popular de Cultura da UNE ( União Nacional dos Estudantes).
Contribuição de dcrgamboa

Curiosidade Em 1955, com o pseudônimo de Carlos Dias, Geraldo Vandré defendeu a canção Menina (Carlos Lyra) num concurso musical promovido pela TV-Rio.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade "Quem quiser encontrar o amor", de Geraldo Vandré e Carlos Lyra, foi incluída no episódio "Couro de gato" do filme Cinco vezes favela, trabalho produzido pelo Centro Popular de Cultura.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade Geraldo Vandré esteve no exílio, inicialmente no Chile (1968), onde compôs a música "Desacordonar", com que venceu um concurso, enquanto 'Caminhando' se tornava sucesso.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade Obrigado a deixar o país, pois se apresentara em televisão como profissional sem a devida licença, Geraldo Vandré seguiu para a Argélia, onde assistiu ao Festival Pan-Africano.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade Na República Federal da Alemanha, enquanto em exílio, Geraldo Vandré gravou alguns programas para a televisão da Baviera.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade Na Itália, Sérgio Endrigo regravou músicas de Geraldo Vandré.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade Nas eliminatórias para o III FIC, em São Paulo, Geraldo Vandré causou impacto com a apresentação de Caminhando (Prá não dizer que não falei das flores); defendeu-a no festival com o Quarteto Livre, integrado por Naná (tumbadora), Franklin (flauta), Nelson Ângelo (violão) e Geraldo Azevedo (violão e viola), tendo-se classificado em segundo lugar.
Contribuição de Elizabeth

Curiosidade Em Paris, França, Geraldo Vandré remontou com um grupo de artistas brasileiros a 'Paixão segundo Cristino', na igreja de Saint-Germain des Prés, na Páscoa de 1970. Trabalhou com um novo tipo de composição, montada apenas com assobios e sons de violão, com forte ritmo nordestino.




                                                                                     FONTE: letras.com.br


                                                                  postado por tony josé quinta-feira,24 de novembro de 2011























quarta-feira, 23 de novembro de 2011

0 ZÉ CALIXTO

Conhecido como o Rei dos oito baixos, dedicou toda sua vida à sanfona, desenvolvendo, especialmente, o gosto pela execussão do forró junino.Em 1960, gravou uma série de 4 discos ao acordeom pela gravadora Sinter com os forrós "Forró de Seu Dideu", "Forró em Serra Branca", "Forró em Campina Grande" e "Bodocongó"; a polca "Polquinha brejeira"; o frevo "Oito baixos no frevo"; o xote "Xote em fá" e o choro "Bossa-nova em oito baixos", todas de sua autoria. Com sua sanfona de oito baixos, chamou tanto a atenção dos produtores cariocas, que logo foi contratado pela Phillips, passando a gravar um LP por ano.
Em 1961, por aquela gravadora, lançou os forrós "Arrodeando a fogueira", de sua autoria e "Apertadinho", de Ari Monteiro e Airão Reis. Em 1963, gravou, também na Philips, dois forrós: "A pisada é essa", com Jackson do Pandeiro e "Tempo de milho verde", com Aquilino Quintanilha.
Participou da coletânea "O fino da roça", lançada pela gravadora Philips, em 1969, da qual participaram ainda, Jackson do Pandeiro, Zé Catraca, Messias Holanda, Zé Messias, Adélia Ramos e Elino Julião, liderados por Genival Lacerda, que substituiu Jackson do Pandeiro na excursão homônima, percorrendo todo o Nordeste, tocando com sucesso em clubes e praças, por ocasião dos festejos juninos.
 Terminado o contrato com a Philips, Calixto foi recebido por quatro outras gravadoras, passando pela CBS, Tapecá, Continental e Odeon-EMI, lançando ao todo 26 discos solo.
Em 1972, teve as músicas "Forró do Nino", parceria com New Carlos e "Forró do mestre-sala", com Manoel Serafim gravadas no LP "Forró na palhoça" da CBS com interpretações suas.
O LP lançado pela CBS, em 1973, trazia como destasques "Forró do Nino", de Bastinho Calixto e New Carlos e "Forró do mestre-sala", de sua autoria com Manoel Serafim.
Em 1974, teve os forrós "No cantinho da parede" e "Só pra perturbar", parceria com Bastinho Calixto, gravados por Bastinho Calixto pela EMI.
Atualmente, trabalhando com gravadoras independentes, é dedefinido por Sivuca, seu companheiro de forró, que o conhece a 40 anos, como "um cavalheiro rústico, um artesão no fole de oito baixos, já que ele mesmo afina sua sanfona". Como artesão, Zé Calixto não se limita a seu instrumento, afinando, também, a sanfona e outros músicos.
Seu reconhecimento como instrumentista se
estende por vários artistas ligados à sanfona de oito baixos, como Joelson dos Oito Baixos que, com 40 anos de carreira, o aponta como ídolo.
É considerado também como ídolo de vários grupos da nova geração do forró, influenciando bandas como o Trio Forrozão e tendo participação no primeiro disco do grupo Mestre Ambrósio.
Faz questão de retornar à sua terra natal, Campina Grande, anualmente, para se apresentar no período das festas de São João, geralmente acompanhado de amigos, como Genival Lacerda e Borguetinho.
                                                                                                                                                                                                   

                                                  FONTE:dicionariompb.com

            postado por tony josé quarta-feira,23 de novembro de 2011 

0 WALDONYS

Se existe uma frase que defina o nome Waldonys, ela é a conhecida "Tal Pai, tal Filho". Ainda pequeno, vendo seu pai Eurides tocar, brotou no menino Waldonys a paixão pelo acordeon. Começou a tocar com apenas 11 anos, aos 14 teve seu talento reconhecido por Dominguinhos e gravar o CD "Choro Chorado". Aos 15 anos, Waldonys gravou com Luiz Gonzaga o disco "Fruta Madura", onde foi carinhosamente chamado de "Garoto Atrevido". Atualmente o talentoso artista tem o aplauso da crítica e, como no dizer de Luiz Gonzaga continua atrevido. Já gravou oito discos próprios e consolidou seu nome junto a importantes cantores e compositores da MBP. Lançou em 1992 seu primeiro disco intitulado "Viva Gonzagão". Na seqüência, "Veleiros", "Quem não Dança, Dança", "Coração da Sanfona", "Waldonys Canta e toca sucessos nordestinos". E mais: "Aprendi com o Rei 1 e 2", "Anjo Querubim" e "Eterno Aprendiz", seu último lançamento. Depois de muitos shows, incluindo uma temporada de seis meses nos Estados Unidos, fez platéias na Europa, Estados Unidos e Cuba o aplaudirem de pé, após apresentações marcadas pela multiplicidade de seu repertório, abrangendo músicas clássicas e populares. Conjugação perfeita entre a versatilidade do acordeon e a genialidade do músico. Seu estilo é inconfundível, pois consegue aliar técnica a muito swing. Waldonys transpira prazer e categoria ao cantar e tocar forrós e outros ritmos musicais, sempre com desenvoltura e simplicidade. Animar festas e "botar fogo" nos forrós pelo Brasil afora é a sua vocação. Hoje os elogios da elite da MPB ao trabalho de Waldonys transformam-se em diplomas de reconhecimento ao seu extraordinário talento: "Waldonys, este garoto é muito atrevido, com 15 anos tocando desse jeito...", Luiz Gonzaga. "Waldonys, Gozagão falou e eu continuo falando, êta moleque atrevido! Como toca esse danado", Dominguinhos. "Esse menino é o fenômeno da sanfona", Hermeto Pascoal. "Waldonys, você é um tradutor da sanfona", Zé Ramalho. "Waldonys, o mestre da Sanfona", Ricardo Chaves. 




                                                   FONTE: waldonys.com.br


                postado por tony josé quarta_feira,23 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

0 MARINÊS E SUA GENTE

                                                                              

Marinês, nome artístico de Inês Caetano de Oliveira (São Vicente Férrer, 16 de novembro de 1935 — Recife, 14 de maio de 2007) foi uma cantora brasileira de forró, baião e xaxado, entre outros ritmos.
Filha de pai seresteiro, iniciou a carreira na banda Patrulha de Choque do Rei do Baião, que formou com o marido Abdias e o zabumbeiro Cacau para se apresentar na abertura dos shows de Luiz Gonzaga.[1]
Gravou o primeiro disco em 1956, já à frente do grupo Marinês e sua Gente, com o qual se consagrou.[1]
Marinês tivera um AVC em 5 de maio, em Recife, e estava se recuperando no Real Hospital Português de Beneficência, no Recife, quando morreu.

Discografia

A Primeira canção gravada por Marinês foi em 1956, com Luiz Gonzaga, intitulada por Mané e Zabé.
  • Vamos xaxar (1957) SINTER (10 polegadas)
  • Aquarela nordestina (1959) SINTER LP
  • Marinês e Sua Gente (1960) RCA LP
  • O Nordeste e seu ritmo (1961) RCA LP
  • Outra Vez, Marinês(1962) RCA Victor 78
  • Coisas do Norte (1963) RCA LP
  • Siu, siu, siu (1964) RCA LP
  • Maria Coisa (1965) RCA LP
  • Meu benzim (1966) RCA LP
  • Marinês (1967) CBS LP
  • Mandacaru (1968) CBS LP
  • Vamos rodar roda (1969) CBS LP
  • Sonhando com meu bem (1970) CBS LP
  • Na peneira do amor (1971) CBS LP
  • Canção da fé (1972) CBS/Entré LP
  • Só pra machucar (1973) CBS/Entré LP
  • A dama do Nordeste (1974) CBS/Entré LP
  • A volta da cangaceira (1975) CBS LP
  • Nordeste valente (1976) CBS/Entré LP
  • Cantando pra valer (1978) Copacabana LP
  • Atendendo ao meu povo (1979) Copacabana LP
  • Bate coração (1980) Copacabana LP
  • Estaca nova (1981) Copacabana LP
  • Desabafo (1982) Copacabana LP
  • Só o amor ilumina (1983) PolyGram LP
  • Tô chegando (1986) BMG-Ariola LP
  • Balaio de paixão (1987) BMG-Ariola LP
  • Feito com amor (1988) Continental LP
  • Marinês, cidadã do mundo (1995) BMG CD
  • Marinês e sua Gente. Raízes do Nordeste (1998) Copacabana/EMI
  • Marinês e sua Gente-50 anos de forró (1999) BMG CD
  • Marinês (2000) BMG CD
  • Cantando com o coração (2003) Independente CD
  • Marinês canta a Paraíba (2006) Independente CD
                                                                                FONTE: wikipedia.org


                                postado por tony josé terça-feira, 22 de novembro de 2011


                                                                    


                                                          

0 ARY LOBO

Gabriel Eusébio dos Santos Lobo (Belém, Pará, 14 de Agosto de 1930 - Fortaleza, Ceará[1], 22 de Agosto de 1980), mais conhecido como Ary Lobo, foi um cantor e compositor brasileiro.
Ary Lobo teve mais de 700 músicas gravadas[carece de fontes] por ele e outros cantores, músicos e intérpretes. Era defensor da música nordestina de raiz.
De estilo semelhante ao de Jackson do Pandeiro, cantando derivativos do baião, entre cocos e rojões, Ary Lobo lançou vários sucessos nos anos 50 e 60 em seus nove LPs na RCA. Retratava a vida e os costumes nordestinos em números divertidos, como "Cheiro da gasolina" e "Madame Paraíba".
Suas gravações mais conhecidas são, provavelmente, "O último pau-de-arara" e "Eu vou pra lua".

Discografia

  • 1958 - Forró com Ary Lobo
  • 1958 - Último Pau de Arara
  • 1960 - Cheguei na Lua
  • 1962 - Ary Lobo
  • 1963 - Poeira de Ritmos
  • 1964 - Forró em Calcaia
  • 1965 - Zé Mané
  • 1966 - Quem é o Campeão?
  • 1966 - Súplica Cearense
  • 1969 - Aqui Mora o Ritmo
  • 1970 - O Valor do Homem
  • 1972 - Piedade Senhor
  • 1973 - Fim de Verão
  • 1974 - Ari Lobo
  • 1975 - Segredos do Sertão
  • 1977 - Cria Juízo Mulher
  • 1979 - A Mensagem de Ary Lobo
  •  ???? - Quem Vem Lá?
  •  ???? - Ary Lobo (Esquema)
  •  ???? - Uma Prece para os Homens Sem Deus (Cantagalo)


                                                                     FONTE: wikipedia.org 

                postado pot tony josé terça-feira,22 de novembro de 2011

 

mel de abelha

 
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