quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

0 Trio Nordestino

Em maio de 1958 três jovens baianos. Evaldo dos Santos (Coroné), Lindolfo Mendes Barbosa (Lindú) e José Pedro Cerqueira (Cobrinha), se juntaram no Pelourinho com um único sonho: " Fazer Sucesso na Música ". Logo conheceram Gordurinha, grande radialista da época os viu tocar e ficou encantado com aqueles três meninos colocando platéias ao delírio e lhe fez um convite: " O de ir para o Rio de Janeiro ", ele lhes prometeu uma gravadora e assim foi feito, vieram para o Rio e em 1962 gravaram o seu primeiro sucesso: " Chupando Gelo ", daí foi quase um disco por ano e um sucesso atrás do outro: " Pau de Arara é a Vovozinha, Vamos Xamegar, No Meio das Meninas", dentre outros.


No início da inesquecível década de 70 o primeiro sucesso: " Procurando Tú ", este foi a grande consagração do Trio Nordestino, pois ficou 90 dias nas paradas de sucesso vendendo mais de 1.000.000 de discos, ficando atrás apenas do Rei Roberto Carlos. Ainda na década de 70 o Trio teve a felicidade de gravar muitos sucesso como: " Forró Pesado, Chililiqui, Chinelo da Rosinha, Petrolina Juazeiro, Chap Chap " dentre outros.

Já no início da década de 80 mais precisamente em 1982 morre Lindú o sanfoneiro e vocalista do Trio. " Que me perdoem os outros, mas Lindú foi a melhor voz do Nordeste " sábias palavras do mestre Luiz Gonzaga.


Mas Lindú deixou ainda em vida seu substituto: Genário, sanfoneiro alagoano que ficou no Trio por 11 anos e também gravou o grande sucesso: "Neném Mulher" no ano de 1985. Chegada à década de 90, mas precisamente em 92 Genário decide fazer carreira solo e sai do Trio.
 Meses depois morre Cobrinha. Coroné não deixou cair à bandeira e chama Luiz Mário, nada mais nada menos que, filho de Lindú. Fizeram alguns shows com sanfoneiros convidados, quando chega ao ano de 95 por indicação de Mariazinha viúva de Lindú, Coroné convida Beto Sousa afilhado de Lindú. A partir daí começa uma nova fase do Trio !


Com várias indicações para o prêmio Caras e prêmio Tim de melhor grupo regional, e turnês pela Europa e EUA. Com essa nova fase, começou a era do CD para o Trio Nordestino com a gravação do 1° CD intitulado "Xodó do Brasil".


45 anos de sucesso, o Trio lança seu 43° álbum intitulado o "Baú do Trio" com 25 de seus maiores sucessos, com várias participações especiais como: " Elba Ramalho, Raimundo Fagner, Lenine, Dominguinhos, Alcione, Alceu Valença, Forroçacana, Falamansa" dentre outros.


Em abril de 2005 morre Coroné, o último dos fundadores, foi para o céu fazer companhia a seus eternos amigos: Lindú e Cobrinha, com mais uma baixa, Luiz Mário e Beto não deixaram a bandeira do forró cair, Carlinhos hoje batizado Coroneto assume a zabumba do seu avô Coroné, sendo batizado de Coroneto em homenagem a seu avô.


Hoje o Trio Nordestino é formado por Luiz Mário, Beto Sousa e Coroneto, dando continuidade aos 50 anos de História de sucesso, mostrando para todos os seus fãs, que a herança deixada por Lindú, Cobrinha e Coroné, está em boas mãos.


                                                                                     Fonte:LETRAS.COM.BR


                                                 postado por tony josé  quarta-feira,25 de janeiro de 2012

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

0 Luiz Gonzaga

Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o "rei do baião".
Nasceu na fazenda Caiçara, no sopé da Serra de Araripe, na zona rural de Exu, sertão de Pernambuco. O lugar seria revivido anos mais tarde em "Pé de Serra", uma de suas primeiras composições. Seu pai, Januário, trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos, ele se apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte. Januário e Santana lhe deram uma surra por isso. Revoltado, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército em Crato, Ceará. A partir dali, durante nove anos ele viajou por vários estados brasileiros, como soldado. Em Juiz de Fora-MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. Dele, recebeu importantes lições musicais.
Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar na zona do meretrício. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros, sambas, fox e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Até que, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe (A primeira música que gravou em 78 rpm; disco de 78 rotações por minuto), um tema de sabor regional, de sua autoria. Veio daí a sua primeira contratação, pela Rádio Nacional.
Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.
Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia Guedes deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça - iniciado provavelmente quando ela já estava grávida - e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.
Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até perto do fim da vida de "Lua". E com ela teve outro filho que Lua a Chamava de Rosinha.
Gonzaga sofria de osteoporose. Morreu vítima de parada cárdio-respiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e posteriormente sepultado em seu município natal. Sua música mais famosa é Asa Branca

Você Sabia?

Curiosidade Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.

Curiosidade Admirado por grandes músicos, como Gilberto Gil e Caetano Veloso, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções Baião (1946), Asa Branca (1947), Siridó (1948), Juazeiro (1948), Qui Nem Giló (1949) e Baião de Dois (1950).

Curiosidade Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal.

Curiosidade Foi uma das mais completas e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de acordeão, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, para o resto do país, numa época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado.

Curiosidade Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e o reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, parceria com Humberto Teixeira.


                                                                                                                                                    
                                                                         Fonte:letras.com.br
                 postado por tony josé terça-feira,13 de dezembro de 2011 









segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

1 Chico Anysio

Chico Anysio, nome artístico de Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, (Maranguape, Ceará, 12 de abril de 1931) é um humorista, ator, escritor e pintor brasileiro, notório por seus inúmeros quadros e programas humorísticos na Rede Globo, onde possui contrato até 2012. Ao lado de Chacrinha e Boni, Chico é considerado um dos maiores nomes de todos os tempos da televisão brasileira. Trabalhou ao lado ou mesmo dirigindo os maiores nomes do humor brasileiro no rádio ou na televisão, como: Paulo Gracindo, Grande Otelo, Costinha, Walter D'Ávila, Jô Soares, Renato Corte Real, Agildo Ribeiro, Ivon Curi, entre muitos outros brilhantes humoristas.
Mudou-se para o Rio de Janeiro quando tinha oito anos. Iniciou no rádio na Rádio Guanabara, onde exercia várias funções: rádioator, comentarista de futebol, etc. Participou do programa Papel carbono de Renato Murce.Trabalhou, nos anos cinqüenta, nas rádios "Mayrink Veiga", "Clube de Pernambuco", "Clube do Brasil". Nas chanchadas da década de 50, Chico passou a escrever diálogos e, eventualmente, atuava como ator em filmes da Atlântida Cinematográfica.
Na TV Rio estreou em 1957 o "Noite de Gala". Em 1959, estreou o programa Só tem tantã, lançado por Joaquim Silvério de Castro Barbosa, mais tarde chamado de Chico Anysio Show. Além de escrever e interpretar seus próprios textos no rádio, televisão e cinema, sempre com humor fino e inteligente, Chico se aventurou com relativo destaque pelo jornalismo esportivo, teatro, literatura e pintura, além de ter composto e gravado algumas canções: Hino ao Músico, (Nanci Wanderley, Chico Anysio e Chocolate), foi prefixo do seu programa Chico Anysio Show, nas TV Excelsior, TV Rio e TV Globo e nos espetáculos teatrais, como o do Ginástico Português, no Rio em 1974, acompanhado sempre do violonista brasileiro Manuel da Conceição - O mão de vaca; Rancho da Praça XI, Chico Anysio e João Roberto Kelly, gravado pela cantora Dalva de Oliveira. A música fez grande sucesso no carnaval do IV Centenário do Rio de Janeiro, isto é, fevereiro de 1965; Vários sucessos com seu parceiro Arnaud Rodrigues, gravados em discos e usados no quadro de Chico City Baiano e os Novos Caetanos.
Desde 1968, encontra-se ligado a Rede Globo, onde conseguiu o status de estrela num "cast" que contava com os artistas mais famosos do Brasil; e graças também a relação de mútua admiração e respeito que estabeleceu com o executivo Boni. Após a saída de Boni da Globo nos anos 90, Chico perdeu paulatinamente espaço na programação, situação agravada em 1996 por um acidente em que fraturou a mandíbula.
Em 2005, fez uma participação no Sítio do Picapau Amarelo, onde interpretava o Doutor Saraiva e, recentemente, participou da novela Sinhá Moça, na Rede Globo.
É pai dos atores Lug de Paula, do casamento com a atriz Nanci Wanderley, Nizo Neto e Ricardo, da união como Rose Rondelli, André Lucas, que é filho adotivo, Cícero, da união com ex-frenética Regina Chaves e Bruno Mazzeo, do casamento com a atriz Alcione Mazzeo. Também teve mais dois filhos com a ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, Rodrigo e Vitória. É irmão da também atriz Lupe Gigliotti com quem já contracenou em vários trabalhos na TV, do cinesta Zelito Viana e do industrial, compositor e ex produtor de rádio Elano de Paula. Também é tio do ator Marcos Palmeira.


                                                                                    Fonte:letras.com.br
                             postado por tony josé segunda-feira,12 de dezembro de 2011

                               

sábado, 10 de dezembro de 2011

0 Paulo Diniz

   
Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940) é um cantor brasileiro.
Foi para o Recife trabalhar como crooner e baterista em casas noturnas. Foi locutor e ator de rádio e televisão, em Pernambuco e no Ceará. Em 1964 foi para o Rio de Janeiro, onde consultou a Rádio Tupi e passou a compor com mais frequência. Sua primeira gravação saiu em 1966, com a música O Chorão.
Quatro anos depois lançou dois LPs, e em seguida dedicou-se à tarefa de musicalizar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).


Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros. Entre seus sucessos destacam-se Pingos de Amor, gravado por vários intérpretes, Canoeiro, Um Chopp pra Distrair, I Want to Go Back to Bahia (uma homenagem a Caetano Veloso, então exilado em Londres) e Quem Tem um Olho É Rei, todas em parceria com Odibar.
Atualmente Paulo Diniz continua realizando apresentações, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que contraiu uma misteriosa doença em 2005 que paralisou seus membros inferiores.

Discografia

  • Brasil, Brasa, Braseiro, 1967
  • Quero Voltar Pra Bahia, 1970
  • Paulo Diniz (álbum de 1971), 1971
  • Lugar Comum, 1973
  • Paulo Diniz (álbum de 1974), 1974
  • Estradas, 1976
  • É Marca Ferrada, 1978
  • Canção do Exílio, 1984
                                                                                  FONTE: wikipedia.org 
                                  postado por tony josé sábado, 10 de dezembro de 2011

                                            

  

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

0 Rapadura

Rapadura é um doce de origem açoriana ou canária em forma de pequenos tijolos, com sabor e composição semelhantes ao açúcar mascavo. Fabricada em pequenos engenhos de açúcar, surgiu no século XVI como solução para transporte de açúcar em pequenas quantidades para uso individual. Como o açúcar granulado umedecia e melava facilmente, os tijolos de rapadura eram facilmente acomodados em sacolas de viajantes, resistindo durante meses a mudanças atmosféricas.
A rapadura é feita a partir do caldo de cana após moagem, fervura, moldagem e secagem. É um alimento considerado mais nutritivo que o açúcar refinado pois enquanto este é quase exclusivamente sacarose a rapadura possui diversas outras substâncias nutritivas em sua composição.[1]

Regiões de consumo

Rapaduras empilhadas
É típica do Nordeste do Brasil e de diversas outras regiões da América Latina,[2] onde recebe diferentes nomes como panela (Colômbia, Venezuela, México, Equador e Guatemala), piloncillo (México), papelón (Venezuela e Colômbia), chancaca (Bolívia e Peru), empanizao (Bolívia) ou tapa de dulce (Costa Rica). O nome rapadura (ou a variação raspadura) é utilizado também na Argentina, na Guatemala e no Panamá. Seu uso também é disseminado na Índia. Sua utilidade é extensa e varia de acordo com os hábitos culturais de cada região que utiliza. No Brasil é basicamente utilizada em substituição ao açúcar ou para consumo direto, em lascas, como sobremesa. No passado a rapadura era um alimento para os escravos. No Nordeste brasileiro foi muito utilizada pelo sernanejo, junto com a farinha, para ser consumida no local de trabalho; também era considerada como "comida de pobre",
Em outras regiões da América Latina pode ser usada como medicamento, na receita básica de determinados drinks ou até de molhos para acompanhar pratos salgados.


                                                                                Fonte:wikipedia.org


                                   postado por tony josé sexta-feira,9 de dezembro de 2011


0 Cajú e Castanha

Caju & Castanha é uma dupla brasileira de embolada, formada por irmãos naturais de Recife, estado de Pernambuco.

História

A dupla Caju & Castanha foi criada pelos irmãos José Albertino da Silva (Caju) e José Roberto da Silva (Castanha) ainda na infância, quando apresentavam-se em feiras e praças de Pernambuco em Jaboatão dos Guararapes, tocando pandeiros feitos com lata de marmelada. O nome da dupla foi dado por um prefeito de Jaboatão chamado Severino Claudino.
Em 1978, os irmãos fizeram uma participação do documentário Nordeste: Cordel, Repente, Canção, da cineasta Tânia Quaresma. A partir desse momento, surge o seu primeiro disco com participações especiais de Zé Ramalho e Elba Ramalho. No começo da década de 1980, os irmãos mudam-se para São Paulo, onde inicialmente se apresentavam em ônibus, participando do movimento de arte urbana da cidade. Entre outros artistas, Caju e Castanha foram retratados em filmes como Style Wars e blogs como http://arteurbana2011.blogspot.com/, além de inúmeras aparições na televisão, rádio, livros e reportagens.
Em 1981, gravam o seu segundo disco: Embolando na Embolada

Na década de 80, convidados a se apresentarem no programa Som do Brasil, permaneceram apresentando por cinco anos, ao lado de Rolando Boldrin e do Lima Duarte.
No ano de 1993, a dupla passou a ser conhecida nacionalmente através da Embolada "Ladrão Besta e o Ladrão Sabido". Em 1997, a história da dupla foi contada no documentário Som da Rua - Caju e Castanha, uma co-produção da TVE Brasil[1].
Em 2001, José Albertino da Silva faleceu, devido a um câncer no cérebro. Seu último show havia ocorrido em 1999, na edição do festival Abril Pro Rock. Em seu lugar, entrou o sobrinho de José Roberto da Silva , Ricardo Alves da Silva.
No ano de 2002, a dupla estrelou o curta-metragem A Saga dos Guerreiros Caju e Castanha Contra o Encouraçado Titanic, dirigido por Walter Salles, que integrou o longa-metragem "Chacun son cinéma", no qual 35 diretores comemoram os 60 anos do Festival de Cannes [2][3].

discografia


  • 1978 - Nordeste, Cordel, Repente e canção
  • 1981 - Embolando na Embolada
  • 1983 - Nossa Vida, Nossa História
  • 1984 - Álbum de Família
  • 1985 - Sensação Estranha
  • 1987 - Na Pancada do Ganzá
  • 1990 - No Meio da Multidão
  • 1993 - Solidão de um Caminhoneiro
  • 1995 - Brasil Tributo
  • 1998 - Caju e Castanha Ao Vivo- Gema
  • 1999 - As Melhores de Caju e Castanha - Copacabana
  • 2000 - Vindo Lá da Lagoa - Trama
  • 2001 - Super Duelo - polysom
  • 2002 - Andando de Coletivo - Trama
  • 2003 - Professor de Embolada - Trama
  • 2004 - Recado a São Paulo - Trama
  • 2005 - Embolando no Futebol - Trama
  • 2005 - Caju e Castanha ao vivo - Trama
  • 2006 - Levante a Taça - Trama
  • 2007 - Professor de Embolada II - Trama
  • 2008 - 20 Sucessos - Nany cd's
  • 2009 - Sorria Você Estar Sendo Filmado - Nany cd's
  • 2009 - As 15 Mais - W Disk
  • 2010 - Festival de emboladas - Trama
  •                              
  •                                                                      Fonte: wikipedia.org
postado por tony josé sexta feira,9 de dezembro de 2011










 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

0 Adelmario Coelho

Nascido e criado no interior da Bahia, em Barro Vermelho, distrito de Curaçá, Adelmário Coelho sabia desde criança, ouvindo rádio, que o forró seria uma das suas maiores paixões. Mas antes disso, labutou com a terra e migrou para Salvador para "tentar" a vida. A aventura só estava começando. Ele serviu o exército, rodou táxi, foi técnico de segurança do Pólo Petroquímico por 20 anos, mas nunca esqueceu sua grande paixão, o forró.


Já em Salvador, Adelmário Coelho gostava de ouvir o ritmo em um bar no bairro de Itapoan, chamado Uauá, onde costumava dar canjas. A partir daí, ganhou incentivo dos amigos para gravar um LP. Em uma viagem de férias à Caruaru - Pernambuco, Adelmário Coelho, com a ajuda dos compositores Onildo Almeida e Edson Lima, resolveu gravar um disco, que foi intitulado "No Balanço do Forró". O trabalho agradou a toda a família, que cobrava intensamente a gravação de um outro disco, para que o sonho de Adelmário Coelho fosse realizado em bom tom. O tempo passou e, quando estava de férias, o forrozeiro rumou novamente à Caruaru. Foi aí que resolveu gravar um outro disco, "Não fale mal do meu país", cuja canção de mesmo nome impulsionou o artista dentro do cenário musical. Esse CD veio com mais qualidade e maior número de cópias (3 mil) e, por incrível que pareça, o transporte que conduzia os discos tombou na estrada e foi saqueado no interior da Bahia. Poderia parecer drástico, se não fosse o inicio de uma historia de sucesso. As pessoas que ouviam o disco ficavam encantadas e entravam em contato para contratar shows do cantor. Como ele só conhecia o grupo de forrozeiros do restaurante Uauá e ainda não tinha nenhum músico, convAs viagens, então, não pararam de ser solicitadas. Para não dissociar a família, a esposa de Adelmário Coelho, Marinalva Coelho, identificada como "o coração da família Coelho" pelo próprio artista, sugeriu que os filhos subissem ao palco com o pai. Dessa forma, todos estariam sempre juntos e estaria garantida a união da família. Não deu outra, logo os herdeiros formaram o corpo de baile e ela, que antes era nutricionista, passou a compor o lado teatral e o núcleo de dança do grupo. Adelmário Coelho, o ex-técnico de segurança do Pólo, no inicio até conciliou as duas funções, mas decidiu optar pela carreira de cantor, posto que a própria vida impôs, já que nunca tinha trabalhado a voz, apenas possuía ouvidos aguçados para a música.


Quando decidiu se profissionalizar, Adelmário buscou trabalhar com uma fonoaudióloga, fazer aulas de canto e perseguir a perfeição com total disciplina. É por tudo isso, pelo talento nato, força de vontade, carisma, autenticidade e rara beleza vocal que Adelmário Coelho é considerado hoje um dos maiores forrozeiros do país, com uma carreira consagrada em todo o Brasil.idou alguns integrantes, lugou uma Kombi e, literalmente, seguiu por um caminho.


                                                                                   Fonte:letras.com.br
                                                              postado por tony josé quarta-feira,7 de dezembro de 2011

mel de abelha

 
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